Domingo, 7 de Setembro de 2008
Resoluções para o novo ano de trabalho

1. Não formular as chamadas "metas profissionais". O meu único objectivo será procurar sempre Deus e fazer tudo n'Ele. Nada além disso. Os "objectivos profissionais" são apenas formas de nos apegarmos mais à nossa vida material e de dar mais importância ao "fazer" e ao "mostrar".

 

2. Não abandonar o espírito da férias. Com isto quero dizer estar disponível, manter distanciamento relativamente à confusão da vida e ir fazendo aquelas coisas que geralmente só se fazem em férias.

 

 



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Domingo, 6 de Abril de 2008
O que orar? - Definição para homens do mundo
Para poderes orar no meio do mundo tens de decidir dentro de ti que o que vais fazer a seguir, seja lá o que for, o farás em paz. Isso quer dizer que aceitas tudo o que Deus te vai dando nesse dia. Tens disponibilidade absoluta. Tudo o que fazes, fazes em paz. Descansas a mente em todas as acções. Tudo o que fazes, fazes em Deus, porque estás sempre consciente de ti e d'Ele.

Mas para que isto possa acontecer é realmente necessário que a tua atitude seja de abandono total. Um saudável "deixa andar". Pode ser-se diligente com um saudável "deixa andar". Só se percebe isto se se tiver fé. De outra forma como poderemos compreender o "deixar andar" se formos responsáveis?

Nesse "deixa andar", nessa paz, sentes-te em Deus. Estás verdadeiramente a orar.

O Domingo é o dia mais propício para orar. Sem compromissos, sem "stresses", temos mais facilidade em entregar o dia a Deus. Não que não o devamos fazer aos dias de semana. Isso seria o ideal. Mas para aqueles que ainda estão presos ao ramo com um fio, é sem dúvida mais fácil abandonar-se quando o mundo não chama (tanto, pelo menos). Abençoado Domingo!


publicado por capelinha às 11:15
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007
As Sete Virtudes e os Sete Pecados explicados hoje
A cruz, o sofrimento, o desconforto, são as oportunidades que temos para mudar.

"Falhei de novo, Senhor! Por favor dá-me uma nova oportunidade - dá-me uma cruz que eu possa suportar!"

Três conselhos relativos ao que podes fazer pela tua parte para te aproximares de Deus:

1 - Ira e orgulho

Nunca te enerves, irrites, maltrates. Não sejas soberbo. Não te julgues superior. Sobretudo em família, não percas a cabeça, não grites, não sejas ríspido, não sejas irónico, não sejas maldoso. No auge da cruz, mesmo que te sintas maltratado ou injuriado, ou mesmo traído, não respondas mal. Não deixes sair o mal de ti. Como disse Jesus, dá a outra face, dá a capa, anda o dobro da distância - e não julgues. Só assim estás a vencer o mal que há em ti. Só assim podes vencer a batalha que travas com o teu egoísmo. Esta é a oportunidade: quando sentires vontade de ripostar - não respondas; quando sentires vontade de dar largas à tua irritação - responde com sorriso e trato amáveis; se te apetece maldizer o teu azar - não o faças.

A luta entre o Bem e o Mal é esta. Trava-se nos momentos em que sofremos contrariedades. Responder-lhes de forma negativa é cair no engodo do inimigo. Usar de Prudência, Justiça, Força e Temperança - as quatro virtudes cardeais - são as armas com que podemos derrotar o inimigo e passar mais além.

A Paciência e a Humildade são, como as outras cinco virtudes, resultado do exercício das virtudes cardeais. São as armas contra a ira e o orgulho.

Os monstros que vemos nas guerras simbólicas, como por exemplo no Senhor dos Anéis ou nas Crónicas de Nárnia, existem. Estão dentro de nós. São as aberrações criadas pelo nosso egoísmo e têm uma profundidade e força dentro de nós de que geralmente não conseguimos sondar a verdadeira dimensão. O Bem, que combate esses monstros, também existe: é Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. Sob a sua protecção, e exercitando as virtudes, podemos realmente derrotar o inimigo.

Eis porque é importante não responder, não acusar, não praguejar, não fazer mal aos outros como escape para a tensão que nos dilacera.

É um combate. E o combate custa. Que ninguém tenha a ilusão de que vai obter o bem-estar interior de um momento para o outro só porque abraça uma crença. Não! Poderá ter Paz. Mas Paz na luta, no sofrimento. Só há transformação lutando contra o mal que nos mina. E essa luta dói. Portanto não sintas que estás a falhar porque raramente sentes esse estado de beatitude por que tanto anseias.

Mas não te deixes levar pela simbologia. É uma luta, sim, mas é uma luta de e por Amor. Sobretudo para as famílias, a tua primeira luta contra o teu egoísmo, logo pela manhã, deve ser o acolhimento total e incondicional da tua família. Abre espaço dentro de ti para o teu esposo ou esposa, para os teus filhos, deixa-os ser dentro de ti, acolhe-os com a amizade mais pura, com o amor mais puro, Dom de Deus. E repara que eu digo "pura": não deixes manchar esse amor por críticas, rancores, preconceitos. Abre-te, ama e aceita completamente. Consegues fazer isso verdadeiramente? Sabes, se hoje falhares, pedirás de novo a Deus que amanhã te dê uma nova chance. E que te ensine a amar - para venceres as bestas escuras do egoísmo, que te impedem de seres feliz, de amares completamente, que te fazem ver os defeitos em vez de agradecer tantas bençãos que te inundam.

E sempre que o exercício do amor te leve a situações de sofrimento, de qualquer tipo que seja, agradece a Deus, porque Ele de novo confiou em ti e te colocou de novo no campo de batalha. Não o desiludas de novo: dá a outra face, dá a manta e a capa, anda o dobro do que te pedirem - e não julgues! Com estas armas és um verdadeiro soldado de Deus. Estás a construir a Paz na Terra.

2. Gula e Luxúria

Não cedas às tentações mais básicas da luxúria e da gula. São uma porta do mal. E não faz mal por onde ele entre. Qualquer porta serve. Por isso é que é tão perigoso subestimar a gula, como se fosse um pecadito tolerável. A gula e a luxúria colocam-nos fora de nós. E isso é um passo para nos deixarmos controlar pelo mal. E o problema é que o apelo pode ser tão forte que quando a circunstância se propicia avançamos sempre como se não fosse possível fazer mais nada. É melhor, por isso, fazer como o Ulisses e amarrar-se ao mastro do navio. Enquanto ainda estamos conscientes devemos envidar todos os esforços por detectar o perigo e evitá-lo a tempo. E isso consegue-se exercitando as virtudes da temperança e da castidade.

3. Avareza, Inveja e Preguiça

O "workaólico" típico, o homem de negócios que não perde tempo com os filhos, o cientista que não consegue parar de pensar nos seus problemas e esquece todos os outros, - tudo isto são manifestações de avareza: na ânsia de amealharem dinheiro ou fama os homens tornam-se avaros com a vida. Não têm tempo para mais nada além dos seus planos mesquinhos (por mais grandiosos que pareçam). Muitas vezes a motivação profunda vem da inveja: querer ser tanto ou mais que os outros; ou não suportar ser menos que os outros. A avareza e a inveja são os pecados que nos tornam fechados em nós próprios. Fechados ao mundo, fechados a Deus, fechados aos outros, rapidamente começamos a reagir mal à sua presença e a semear sofrimento por todo o lado. O remédio é, como sempre, aceitar a dádiva da nossa vida como ela é. Aceitar a viagem que Deus nos oferece e embarcar nela sem expectativas de grandiosidade pública, sabendo que qualquer coisa que Ele nos reserve é boa. Quando a avareza ataca (quando surge um problema novo, quando o negócio está em perigo, quando a conversa com os colegas nos "espicaçou"...) a melhor solução é deter-se e convencer-se da vacuidade das sua pretensões (para usar terminologia budista). O que é que pode acontecer de pior? Não posso viver com essa situação pior? Realmente qual é o problema? Veremos que geralmente o problema é o orgulho ou a inveja. Estamos a empolar o assunto, a criar uma formidável tempestade num copo de água. E este trabalho de observação da avareza e a sua desconstrução tem de ser feito regularmente. Só assim poderemos ter uma vida mais disponível para os outros e começar a deixar entrar a luz de Deus.

Mas mais uma vez há um combate: combater a avareza exige, muitas vezes, deixar morrer o nosso empenho no mundo. Cortar os apegos. Por isso é que é mais fácil fazer passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que entrar um rico no Céu. E o que isso dói? Ai, como dói ao nosso ego simplificar a vida! Abandonar as ambições não justificáveis, desistir das pretensões a mais (dinheiro, fama, prestígio...). É a virtude da Generosidade, que parece fácil, mas que realmente, quando toca nos nossos apegos mais profundos, é tão difícil de exercitar! Mas é preciso. É preciso criar tempo para o Senhor. É preciso criar disponibilidade para o Senhor.

Contra a inveja há que exercitar a caridade. Amar a todos, querer o bem a todos.

Existe o perigo de cair no extremo oposto. Realizada, ou pelo menos vislumbrada, a vacuidade das ambições materiais, podemos cair no erro de entregar também ao senhor a nossa parte de responsabilidade nesta vida. E isto é uma forma de preguiça.

Devemos cumprir as nossas tarefas com Amor, por Deus e com Deus. Fazer o melhor possível. Essa é a nossa parte. O resultado é com o Senhor. O nosso trabalho é como aqueles complicados desenhos com areia que os budistas fazem. Depois de meses a completar a obra há que destruí-la. Tudo é passageiro, não há que nos apegarmos às coisas. Mas os monges deram o melhor de si enquanto faziam o desenho. Assim também com a nossa vida: evitar a preguiça, dar o melhor e aceitar o que vier, sem apegos. É essa a virtude da Diligência.

Conclusão

A cruz é a Salvação. A cruz resulta do teu apego ao Mundo. A cruz é a oportunidade de lutares contra o Mal que há em ti e aproximares-te de Deus. O Inimigo usa as armas da ira, do orgulho, da gula, da luxúria, da avareza, da inveja e da preguiça. Para lutares contra estas terríveis bestas negras hás-de usar as tuas armas: Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança. Deus Pai proteger-te-á nesta batalha, com o Filho e o Espírito Santo. Contra a ira usarás de Paciência; contra o orgulho usarás de Humildade; contra a gula usarás de Temperança; contra a luxúria usarás Castidade; contra a avareza oporás Generosidade; contra a inveja lançarás Caridade; e contra a preguiça, Diligência.

Protegei-me, Pai, nesta luta, e dai-me uma nova oportunidade se for derrotado!


publicado por capelinha às 00:39
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Domingo, 18 de Março de 2007
Escolher
Podes viver em harmonia com a vida, aceitando e agradecendo o momento presente, dando-te pelos outros e por Jesus, contemplando o Pai, com a graça do Espírito Santo.

Ou podes sair da esfera celeste e sofreres com ansiedade o sucesso dos TEUS planos ("os MEUS planos"), rejeitando totalmente o agora, vivendo com ânsia para um futuro ambicionado, aquele em que vais ser rico ou reconhecido pelos teus pares, mas que nunca mais chega - "Maldição! Que não aguento mais esta tensão!"

A escolha parece fácil, mas é o programa de uma vida. Quando chegas perto do que te preocupa perdes a compostura e o auto-domínio. Não és mais tu, aquele ser razoável que ainda há pouco falava da Paz de Deus. Não, não: a pulsação acelera, ficas nervoso e totalmente absorto. Não estás mais com o Pai. Estás inteiramente por ti. Sofres cada instante como se o mundo acabasse com o teu fracasso. Ages  como se tivesses perdido toda a fé e, sozinho, nada mais te importasse além do sucesso nessa TUA empresa.

E é paradoxal: essa coisa é tão importante para ti, e tu desejas tanto que ela corra bem, queres empenhar de tal forma  o teu intelecto e as tuas forças nesse projecto, que a paixão exacerbada que ele suscita acaba por te toldar completamente o uso da razão. Tornas-te tão irracional que nem consegues pensar. O coração na garganta não te deixa, decididamente, pensar com calma e tomar as decisões certas, afinal o elemento essencial desse tal "sucesso"

...Aliás, decisões!? É tal a tua ânsia que não consegues imobilizar-te um segundo para pensar no caminho a seguir. Tens tanta ânsia de fazer e aproveitar o tempo que só concebes andar para a frente. -"Parar para decidir? Nem pensar! Não há tempo! " -  e mesmo que parasses  não conseguirias decidir nada porque não te consegues ouvir nessas alturas.

Aquela coisa, projecto, empresa, ou o que for, é tão importante para ti que com ela não consegues ter uma relação normal. O simples pensamento nessa coisa cria-te ansiedade; falar dela pode mudar-te o humor. Tens uma relação patológica com esse projecto/ambição. Pensaste tanto nele, projectaste nele tantas expectativas que agora te confundes com ele. Se o projecto/ambição falha tu também te sentes desaparecer. Parece-te que nesse caso não restará nada de ti - afinal acabaste por te tornar nesse projecto/ambição!

Como pudeste chegar até aqui? Como deixaste que o teu ser fosse dominado por uma coisa, por uma ideia, por um projecto, por uma ambição? Como deixaste as coisas chegarem ao ponto em que a tua identidade se confunde com a prossecução desse objectivo?

E agora, que fazer? Como recuperar a minha verdadeira identidade? Afinal de contas vivo numa ilusão, a de que eu sou as coisas que quero. E como acabei por deixar estes intrusos tomarem conta de mim, já não sei o que sou realmente. Esqueci-me. Como recuperar o que não se sabe o que é? Trata-se, sobretudo, de um problema de muito difícil solução. É necessário acabar com o apego às coisas; mas como, se na minha ilusão eu sinto que a minha identidade se baseia na procura e na obtenção dessas coisas? Por outras palavras, como negar a ambição, se eu sinto em todas as fibras do meu corpo que eu sou essas ambições?

É esse o significado mais profundo do "negar-se a si próprio".

Como fazer isso, Senhor?


publicado por capelinha às 01:06
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2007
Vencerás as ilusões da razão com a armadura da Fé
A euforia é, geralmente, a ambição satisfeita.
O medo é, geralmente, a ambição ameaçada.
A obsessão vem quando a euforia tarda e nos invade o medo que ela não venha.

Assim, vivendo obsessivamente entre o medo e a euforia
Perdemos Deus e as pessoas que nos amam.
Perdemo-nos também a nós próprios.

Não vivemos em Deus porque nos recusamos a aceitar que o que Ele nos dá agora é o melhor que nos pode acontecer agora. Por isso, em geral, não conseguimos desfrutar do agora: temos sempre coisas mais "importantes" em mente.

Na verdade, a felicidade cristã não é, ao contrário do que se pensa, um contínuo de sofrimento, provação e privação. O cristão que encontrou realmente Deus está sempre feliz com o que se passa na sua vida. Vive cada segundo com Amor, no Amor de Deus e como louvor a Deus,  e por isso é feliz com tudo o que faz e com tudo o que lhe acontece. Cada instante é uma pincelada dada com arte, num quadro majestoso que se vai pintando sem ansiedade, e que é a sua própria vida.

A espiritualidade profunda e abrangente vem de Deus. Contrasta com a noção comum de felicidade, que na maior parte dos casos está ligada à satisfação de prazeres físicos e com a noção habitual de espiritualidade que, no mundo moderno, não é mais do que o exercício da razão. O exercício da razão não é espiritualidade. A razão é simplesmente a "voz" que fala mais alto no nosso ser. Na verdade grita e berra. É ansiosa e obsessiva.

É pois preciso contrariar a tirania da razão. A razão faz-nos crer que é a única felicidade possível, que não há nada para lá do palpável exercício da razão.

Mas a razão tem de ser serva e não mestra. A razão deve ser usada para o fim a que é destinada. Enquanto usamos a razão de forma natural estamos com Deus, e essa é uma alegria verdadeira. Mas se a razão toma o comando, então o uso da razão passa a ser o objectivo em si. Cai-se num ciclo vicioso em que apenas procuramos satisfazer a razão sem nunca o conseguir.

Por exemplo, se precisamos de ir de carro numa viagem entre duas cidades, então devemos usar um carro. E se gostarmos de conduzir tiramos prazer enquanto fazemos a viagem. Mas quando chegamos ao destino não pensamos mais na condução. Isto é natural. Mas agora suponhamos que deixamos que o gosto pela condução nos domine. Então pode acontecer uma de duas coisas: ou paramos na cidade destino e ficamos de muito mau humor porque o que nos apetecia mesmo era continuar a andar de carro (e nem conseguimos estar verdadeiramente com as pessoas que vamos visitar); ou então não paramos na cidade destino e continuamos a andar, só pelo prazer de andar (esquecendo por completo os amigos que esperavam por nós).

Da mesma maneira, podemos usar a razão para resolver um problema no emprego. Mas quando chega a hora de sair desligamos do assunto. No dia seguinte voltaremos a empregar a razão para continuar a resolver o problema. Mas geralmente o que acontece é que não conseguimos parar de pensar no problema. Pode ser o chefe, que nos pressiona - e então compreende-se o medo; mas muitas vezes não conseguimos parar de pensar no assunto porque a razão nos convence de que não há nada no mundo que tenha um interesse comparável à resolução daquele problema. Nem o sorriso dos teus filhos, que te esperam; nem o abraço da tua mulher ou do teu marido; nem um encontro com os teus amigos; nem um filme novo...enfim, nada se compara à sensação de viver que te dá a luta que a tua razão move àquele problema. A razão dominou-te. Estás cercado. Não vês para além da razão.

Por isso é que é preciso combater a razão. Não deixá-la iludir-nos. Não deixá-la impedir-nos de ver o sorriso de uma criança.

Como?

Sendo mais forte. Parando. Forçando. Rezando e pedindo força. Concentrar-se na alegria divina que é o agora, seja lá qual for o agora, por mais humilde que o agora pareça à razão.

E como se faz isso se a razão nos tem prisioneiros?

Com a Fé. A Fé que nos é comunicada por Deus faz-nos saber que a razão não tem razão. Que Deus e a alegria estão para além da razão. A razão deve estar subordinada à Fé. E é pedindo mais Fé, e estando firmemente seguros pela Fé, que podemos derrotar as ilusões da razão.

A Fé dá-nos Esperança de que vamos dominar a razão e pô-la ao serviço de Deus.

Se Deus quiser fará então brotar em nós uma profunda Caridade e ser-nos-á dado a compreender que a alegria de amar e permanecer em deus é infinitamente maior do que qualquer prazer racional ou físico.


publicado por capelinha às 02:41
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